Cronologia do Sistema de Transporte Coletivo por Ônibus em Copacabana
1919 - Alargamento da Avenida Atlântica, na gestão do prefeito Paulo de Frontin
1924 - Nos anos 20, circulava um auto-ônibus tipo jardineira na Avenida Atlântica, que também atendia aos bairros de Botafogo e Leblon, sendo sucedida pela linha 2 da Viação Excelsior em 1931.
1926 - A Light começa a receber os primeiros chassis da Guy Motors Limited com motor Daimler, fabricados na Inglaterra. No total, a Light importou 170 chassis da Guy, para ônibus convencionais e ônibus de dois andares para operação na Viação Excelsior, sua subsidiária.
No dia 7 de junho, início da operação da primeira linha da Viação Excelsior, com frota de 7 luxuosos ônibus com chassi Guy Motors e carroceria fabricada pela própria Light, na linha Clube Naval - Forte de Copacabana. No dia 25, por outra empresa, mas com ônibus similares aos da Viação Excelsior, é inaugurada a linha Praça Mauá - Forte de Copacabana, com passagem no valor de 1$200 réis.
1928 - O Bonde ainda é o principal meio de transporte da cidade, mas a frota de ônibus nessa década aumenta consideravelmente. No dia 6 de abril de 1928 começam a circular parte dos 8 dos 14 ônibus de dois andares importados pela Light para a Viação Excelsior. Possuíam motor Daimler e chassi Guy com capacidade para 62 passageiros sentados. Começam o serviço nas linhas Praça Mauá - Copacabana e Club Naval - Mourisco.
1950 -

1964 - Início da vigência da atual numeração das linhas de ônibus e obrigatoriedade de utilização de suporte na frente dos ônibus - "capelinhas" - para identificação do número das linhas. No dia 21 de abril, início da operação de 50 novos ônibus a diesel da CTC - Companhia de Transportes Coletivos, nas linhas Candelária - Forte de Copacabana e Candelária Jardim de Alah.
1968 - Colegial e populares em ponto de ônibus na Avenida Nossa Senhora de Copacabana. Carro da Empresa Alpha.

1973 - Linha 416 (Forte - Usina) da CTC - Companhia de Transportes Coletivos, na Avenida Nossa Senhora de Copacabana.

1974 - Apesar da falta de conforto da maior parte dos veículos, os anos 70 marca, positivamente, como sendo a última década das sugestivas pinturas da frota de ônibus, realizadas com mais arte que as das últimas décadas de 80, 90 e 2000.

1975 - Avenida Nossa Senhora de Copacabana. Em primeiro plano carro da Linha 454 (Leblon - Grajaú) da CTC - Companhia de Transportes Coletivos.

1979 - Avenida Nossa Senhora de Copacabana no ano de 1979. Nota-se a verdadeira "babel" de tipos de ônibus. Destacam-se o ônibus com ar-condicionado - "Frescão" - da Real, e os ônibus de motor traseiro das linhas 416 (CTC), 413 (Alpha), 119 e 154.

1999 - Linhas 484 e 485 no final dos 90. Operada pela Breda Rio, que implantou,também no final dos anos 90 ,a primeira linha de ônibus de duas portas com ar condicionado na Zona Sul. Uma pena que a tarifa fosse o dobro da tarifa normal, mas não deixou de ser um avanço para o desconfortável sistema de transporte coletivo por ônibus, onde os bancos não possuíam espaço nem para as pernas de um passageiro com 1,75 metros de altura.

2002 - No dia 21 de março, início da operação dos primeiros onibus de piso-baixo (low-entry) na cidade, pela empresa Breda Rio na linha 484 b (Copacabana - Penha). São 13 veículos Urbanuss Buscar, chassi Scania, semi-novos, comprados de segunda mão do extinto serviço de ônibus turísticos City Rio. Apresentam enorme diferencial em matéria de conforto, além do piso baixo, como, ar condicionado, vidro colado, janelas panorâmicas, música ambiente civilizada, poltronas estofadas, catraca de 3 braços, tripulação treinada e suspensão !!!, item raro na frota convencional carioca. O acesso é feito pela porta dianteira, com a cobrança realizada pelo próprio motorista. Opera com tarifa de 2 R$, ou seja, 82 % acima da tarifa convencional. No dia 22 de abril é reduzida as tarifa dos ônibus convencionais com ar condicionado, de 2,20 R$ para 1,30 R$. Um importante avanço na melhoria da qualidade do transporte da cidade que possui a segunda maior frota de ônibus do país. A Prefeitura determina que a cada ano deverão entrar, pelo menos, 200 novos ônibus convencioanis com ar-condicionado. No mês de março, o sistema municipal possuía 438 linhas e frota de 7.934 veiculos para o transporte de cerca de 3 milhões e 200 mil passageiros/dia. No dia 22 de abril, redução das tarifas dos ônibus com ar-condicionado, de 2,20 R$ para 1,30 R$. Um importante avanço na melhoria da qualidade do transporte coletivo da cidade que possui a segunda maior frota de ônibus do país. A Prefeitura determina que a cada ano deverão entrar, ao menos, 200 novos ônibus com ar- refrigerado. No dia 29 de agosto, com 7 ônibus low-entry (piso-baixo), início do serviço de integração metrô-ônibus entre a estação Cardeal Arcoverde do metrô e a Praça General Osório em Ipanema, sem acréscimo no valor da passagem do metrô.
2003 - No dia 14 de junho, inauguração da linha de integração metrô-ônibus Gávea - Siqueira Campos, com frota de 11 ônibus com ar-condicionado e tempo de viagem de cerca de 35 minutos.

Tarifas Únicas - Ônibus
As linhas de ônibus do Município do Rio de Janeiro que operam com ônibus urbanos com roleta, devem oferecer os seus serviços a preços determinados por esta Secretaria. Essa determinação está amparada por lei que estabelece o valor e a vigência de sua aplicação. Observe abaixo o decreto e a resolução de tarifa única vigentes.
Ônibus Urbano Convencional
:: Decreto nº 27.394 de 30 de novembro de 2006
:: Início da vigência: 00:00h do dia 04 de dezembro de 2006
:: Valor da tarifa: R$ 2,00 (dois reais)
Tarifas Especiais - Ônibus
Essas são as tarifas determinadas para as linhas que operam com veículos Rodoviários.
:: Resolução SMTR nº 1.144, de 13 de novembro de 2001.
:: Início da vigência: 00:00h do dia 15 de novembro de 2001.
• Valores das Tarifas
Ônibus Urbano Com Ar Condicionado
:: Resolução SMTR nº 1595, de 04 de Dezembro de 2006.
:: Início da vigência: 00:00h do dia 04 de dezembro de 2006.
Distância (Km)
< 30 < 50 = 70 = 90 > 90
Tarifa (R$)
2,10 2,20 2,40 2,50 4,00
Onibus circulando em Copacabana
Fotos e informações do site
Memória do Transporte Público de Marcelo Almirante.