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CEP:
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- 22010-121 Avenida Nossa Senhora de Copacabana - até 31 - lado ímpar (Leme)
- 22010-122 Avenida Nossa Senhora de Copacabana - até 44 - lado par (Leme)
- 22020-002 Avenida Nossa Senhora de Copacapana - de 33 a 485
- 22020-001 Avenida Nossa Senhora de Copacapana - de 46 a 558
- 22031-000 Avenida Nossa Senhora de Copacabana - de 487 a 581 (ímpar)
- 22050-001 Avenida Nossa Senhora de Copacabana - de 560 a 840 (par)
- 22050-902 Avenida Nossa Senhora de Copacabana - 605 Edifício Júlio Siqueira
- 22050-901 Avenida Nossa Senhora de Copacabana - 647 Edifício Gonçalves Ledo
- 22050-903 Avenida Nossa Senhora de Copacabana - 664 Condomínio Galeria Menescal
- 22050-900 Avenida Nossa Senhora de Copacabana - 680 Edifício Central de Copacabana
- 22050-002 Avenida Nossa Senhora de Copacabana - de 583 a 831 (ímpar)
- 22060-002 Avenida Nossa Senhora de Copacabana - de 833 a 1107 (ímpar)
- 22060-970 Avenida Nossa Senhora de Copacabana - 1059 lj. a Ag. Posto Cinco (ímpar) CP 43000-43099 / 44000-44499
- 22060-900 Avenida Nossa Senhora de Copacabana no. 861 Edifício IKE (ímpar)
- 22060-001 Avenida Nossa Senhora de Copacabana - de 842 a 1168 (par)
- 22070-011 Avenida Nossa Senhora de Copacabana - de 1109 ao fim (ímpar)
- 22070-012 Avenida Nossa Senhora de Copacabana - de 1170 ao fim (par)
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Começa na altura da Rua Antônio Vieira, perto da saída do Túnel Novo e termina na Rua Francisco Otaviano, no Posto 6.
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Copacabana é uma península situada ao sul do lago Titicaca, entre os países da Bolívia e do Peru. É famosa por sua capela onde está uma imagem da Virgem Maria, supostamente milagrosa, visitada por milhares de peregrinos.
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A réplica de Nossa Senhora de Copacabana, foi enviada para o santuário da santa do mesmo nome, no Rio de Janeiro, daí originando-se o nome do bairro e da praia carioca, famosos no mundo inteiro.
Foi construída para que se pudesse dar início à urbanização do bairro através das duas empresas imobiliárias encarregadas de lotear os terrenos e abrir as ruas entre o Leme e a igreja de Nossa Senhora de Copacabana - que ficava onde é hoje o Forte de Copacabana. Durante muitos anos este logradouro foi servidão pública, conhecido por estrada que vai para Nossa Senhora de Copacabana.
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Este logradouro foi, durante muitos anos, conhecido por "estrada que vai para Nossa Senhora", ou "estrada que vai para Nossa Senhora de Copacabana", estrada esta que levava à Igrejinha de Nossa Senhora de Copacabana.
A Companhia de Construções Civis, tinha como sócios
Teodoro Duvivier, Paula Freitas, Torquato Tapajós, Antônio Roxo Rodrigues, Otto Simon e Hermann Kakhul, construiu a primeira parte da obra. A abertura da Avenida Nossa Senhora de Copacabana ficou concluída entre os anos de 1892 e 1894.
Foi reconhecida oficialmente pela prefeitura como via pública da cidade em 1894. Depois, a outra empresa, do Comendador Moreira Filho - que tinha como sócios Constante Ramos, Coronel José Silva e Guimarães Caipora - entregou a segunda parte da avenida, que recebeu, então, o nome da antiga Igrejinha.
No recenseamento feito em 1906, realizado por ordem do prefeito Pereira Passos, apresentava 133 prédios, dos quais 117 eram de dois pavimentos e 16 de três pavimentos, ocupados por 1.107 moradores.
Pelo decreto de número 6488 ficou conhecida pelo simples nome de rua Copacabana. É preciso não fazer, contudo, confusão com o antigo nome da atual rua da Passagem, que também já se chamou rua da Copacabana e depois rua do Pasmado.
Com a abertura da pedreira do Inhangá, incorporou a rua Conselheiro Souza Ferreira. Esta tinha início na pedreira e terminava na Rua Gustavo Sampaio.
Finalmente, em 1939, passou a formar uma só via pública, com a denominação de Avenida Nossa Senhora de Copacabana.
Desde o início, esta estrada serviu para que se erguessem altos edifícios, sendo hoje a mais populosa rua de Copacabana, ladeada por um muro de arranha-céus, com milhares de habitantes.
O jornal O Globo noticiava em 21 de novembro de 1953
"Depois de demoradas diligências, a polícia do 2o. Distrito teve oportunidade de estourar um verdadeiro cassino clandestino improvisado na Avenida Nossa Senhora de Copacabana, 583, apartamento 608, prendendo inclusive o "banqueiro, Agnaldo Lages."
O jornal O Globo noticiava em 26 de fevereiro de 1954
"Por um triz, Lili Marlene compareceria com outra roupa ap baile da sua coroação, ontem, no Teatro João Caetano. É que, poucas horas antes, ainda sem se ter investido da majestade de Rainha das Atrizes de 1954, ela estava no 2o. DP, formulando uma queixa:
- O costureiro não quer entregar o vestido que mandei consertar ontem. E tenta uma extorsão!
O comissário ordenou a intimação imediata do costureiro para as explicações. E Erasmo da Silva não se demorou. Dexou o ateliê da Avenida Nossa Senhora de Copacabana, 1227, apartamento 202, e, chegando ao distrito, declarou ao comissário:
- Ela, sim, é que não quer pagar...
Enquanto o costureiro se entretinha em contar os fatos, diante do vestido em litígio, que levara para melhor inspirar o veredito policial, Lili Marlene pegou-o e retirou-se apressadamente. Ninguém a pôde deter, muito menos tomar-lhe o pomposo traje. E ambos eram vistos afastando-se dentro de veloz lotação..."
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O jornal O Globo noticiava em 19 de maio de 1954
"As mazelas de Copacabana
Copacabana, que com sua maravilhosa praia, hoje célebre em todo o mundo, e a beleza alpestre dos seus limites do lado oposto do mar, bem podia ser um recanto do paraíso, há muito está, deplorávelmente, convertida num verdadeiro inferno. Começa por ser um bairro de densidade demográfica já excessiva, que conta apenas com duas vias de acesso. Mas, afinal, isto, apesar dos seus tremendos inconvenientes, não é o pior. Há a falta d'água, as ruas esburacadas, as calçadas impedidas por montes de material de construção e até por muros inconcebíveis, como, por exemplo, aqueles que se vêem na Avenida Nossa Senhora de Copacabana, entre as Ruas Fernando Mendes e
Rodolfo Dantas. Dir-se-ia que os citados muros se erguem absurdamente, incrivelmente, ali, barrando a calçada, para mostrar a quantos passam pela movimentadíssima avenida que tudo é possível em Copacabana.
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